A linha de 400 kV Vulcănești–Chișinău, com 157 km, poderá entrar em serviço na próxima semana
O ministro da Energia da Moldávia, Dorin Junghietu, afirmou que a linha aérea de 400 kV Vulcănești–Chișinău, com cerca de 157 km, poderá ficar operacional na próxima semana se os testes técnicos decorrerem sem problemas. A linha pode transportar mais de 50% do consumo de eletricidade do país nas horas de ponta, sem passar pelo nó MGRES na região da Transnístria.
Redação EuroEnergy · Moldávia · 2 min de leitura
A linha elétrica aérea de 400 kV Vulcănești–Chișinău poderá ficar operacional na próxima semana, declarou o ministro da Energia da Moldávia, Dorin Junghietu, no programa «360 graus», segundo a agência Moldpres. A condição é que os testes técnicos decorram sem problemas.
As etapas. A comissão de receção das obras de construção e montagem reuniu-se na semana passada e deveria voltar a reunir-se esta semana para confirmar a conclusão dos trabalhos e permitir a colocação sob tensão. Segundo o ministro, seguir-se-ão 24 a 48 horas de testes sob tensão e depois testes sob carga. O empreiteiro pretende colocar a linha sob tensão até ao final desta semana.
Os números. A linha tem cerca de 157 km e liga a subestação de 400 kV de Vulcănești à subestação de 330 kV de Chișinău. O valor total do projeto é de cerca de 61 milhões de euros, dos quais cerca de 27 milhões para a construção da linha, com financiamento do Grupo Banco Mundial, segundo a Moldpres. A linha pode transportar mais de 50% do consumo de eletricidade do país nos períodos de ponta.
Contexto. A linha e a subestação de Vulcănești foram concluídas e rececionadas. Na subestação de Chișinău, a comissão de receção iniciou as inspeções a 28 de outubro, e a colocação sob tensão é feita por etapas, segundo um programa definido pela Moldelectrica. A entrada em serviço estava inicialmente prevista para dezembro de 2025. No verão, um transformador avariado foi enviado para reparação em Espanha e regressou no final de setembro; em meados de outubro, o ministro anunciou novo adiamento, segundo a Logos Press.
Porque importa. Depois de entrar em serviço, a eletricidade da Roménia e do mercado europeu poderá chegar diretamente ao centro do país, sem passar pelo nó MGRES (Cuciurgan) na região da Transnístria.
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